domingo, janeiro 11, 2015

O encontro com os primos Pedro e Luiz

Eles são filhos do casal Marluce e Honório, o irmão Neto, lá de Barão de Melgaço.

Neto e Marluce

Marluce é irmã de Mariana Nascimento Resplandes, a mãe de Capitão Davi Resplandes. Pedro é o mais velho. Segundo consta, Marluce não tinha filhos e desejava muito tê-los. Um dia ela foi ungida pelos irmãos, que oraram pedindo a Deus que concedesse a ela a graça de ter filhos. E Deus ouviu a oração da fé e ela ficou grávida do Pedro. E depois do Guilherme.


Nosso pequeno herói, que já está "quase adulto", como ele vive dizendo, ficou muito feliz com a chegada dos primos e tios em Poxoréu. Eles vieram participar de uma reunião de lideranças que aconteceu ontem, sábado, lá no Acampamento Rio dos Crentes, para definir as escalas de estudos, de serviços e as melhorias a serem realizadas na propriedade. Eles são professores. Estão em período de férias. Então, decidiram matar vários coelhos com uma só paulada: vieram para a reunião da igreja, trouxeram os filhos para estar com o Capitão, cooperaram no culto de estudo bíblico de ontem, sábado e ficaram conosco nesse domingo, 11 de janeiro de 2015, quando passamos o dia no Balneário Damasceno de águas termais.


O Capitão Davi apreciou por demais essa visita. Brincou o tanto que pode com os primos Pedro Henrique e Luiz Guilherme. Fez a farra, na verdadeira expressão da palavra. Brincou até dormir de cansaço.


A infância é um dos períodos mais importantes de nossas vidas. O ser criança não tem preço, não há dinheiro que pague. Mas estamos falando do ser criança de verdade e não do fato de se ter pouca idade. Há muitas pessoas que são crianças na idade, mas que levam uma vida muito sofrida, uma verdadeira vida de adulto. Por outro lado, há adultos já com idade avançada que ainda são crianças, que gostam de brincar e que apreciam estar com crianças. Vovô Bigodão é um desses.


Esse vovô Bigodão sou eu, Izaias Resplandes. É assim que Davi, meu neto, diz quem eu sou, quando lhe perguntam quem é seu avô. No começo ele tinha receio que eu fosse dar bronca e ficava cauteloso ao me chamar de Vovô Bigodão, mas hoje ele fala isso com naturalidade, já não vendo nenhuma estranheza na resposta. Nunca vi motivos para ficar bravo. Afinal, eu tenho mesmo um grande bigode. Sou, de fato um Bigodão. Quem sabe eu até incorpore esse apelido ao meu nome, como fez o ex-presidente do Brasil, Luís Inácio da Silva, que virou Luís Inácio Lula da Silva, ou como o ex-presidente José Ribamar, filho do Sarney, o qual ficou sendo o José do Sarney, no princípio e, depois, José Sarney, nome que o consagrou na Pátria Brasileira. Mas dizem que apelido só pega quando a pessoa acha ruim e começa a apelar quando é chamado pelo apelido. 

No meu caso, poucas pessoas me chamam de Vovô Bigodão.


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