quarta-feira, outubro 21, 2009

Feliz Aniversário, Arnaldo



Desejo a você um feliz aniversário.

Quem sabe contar os seus dias adquire a sabedoria da vida. Usa aquilo que aprendeu no passado para viver melhor o seu presente no futuro. Jamais rejeita o seu passado. Pelo contrário, valoriza-o, sabendo que sem ele não haveria o presente. Sei que você é uma pessoa que gosta de viver a vida da melhor forma possível. Isso é o que acontece com todos aqueles que tem orgulho de suas experiências, pois são elas que nos possibilitam uma vida melhor. Parabéns pela data. Tudo de bom para você. Forte abraço.


Seu primo Izaias Resplandes

terça-feira, outubro 20, 2009

Quintal da diversidade

O joven Arísio Jr., da Igreja Neotestamentária de Cuiabá em visita à Família Resplandes, em Poxoréu, MT, no segundo semestre de 2009.
No quintal da casa, o visitante encontrou uma grande diversidade de plantas frutíferas.
Uma das vantagens de se morar no interior é poder ter um quintal grande, que
possibilita esse cultivo diversificado.
Valeu pela visita, irmão. Volte sempre!

domingo, outubro 18, 2009

I Caminhada da Natureza

Hoje o dia foi de aventura. Dia de caminhar pelo mato... Pela natureza. Conhecer as lindas paisagens que circundam a cidade e que a muita gente que vive aqui ainda não viu. Muito menos os turistas que aqui aportam.


Agora a rota está aberta. A trilha pré-elaborada pela equipe de turismo da Prefeitura, sob a Coordenação de Theodomira Alves de Oliveira Lima é um percurso de fácil acesso, mas muito agradável.


Uma parte da caminhada foi feita pela estrada que vai para Guiratinga, MT. Isso até a saída do bairro dos Currais, um dos primeiros da cidade. Bairro histórico, com casas antigas. Simples, casa de gente humilde, como é o povo de Poxoréu. Ali, dobrando a direita, logo depois da Igreja de São Francisco, chega-se à famosa Gruta dos Currais. Da trilha à gruta, há uns trinta metros de subida. Nessa ocasião o passeio passou de largo e não subiu à gruta. Mas ela é uma oportunidade interessante para o turista de aventura. Já tive a satisfação de ir lá durante os anos oitenta. Puxa vida! Nem me dava conta de que já faz mais de vinte anos.
Depois da gruta, quebrando à direita, numa trilha de não tão fácil acesso, chega-se à Casa de Pedra. Ali pescadoras e pescadoras pescavam com anzóis o peixe para o almoço. Será que é proibido pescar o almoço? Acho que não!

Nem todos desceram até a Casa de Pedra. Somente alguns privilegiados o fizeram.
Os demais seguiram rio abaixo até o ponto da travessia do rio.
Que espetáculo! Que paisagem linda de se ver.
É uma viagem que sempre será lembrada pelos professores, alunos e outros profissionais da cidade que participaram desse passeio pela natureza.

Travessia do Poxoréu


O rio Poxoréu é a principal corrente de águas da cidade. A Usina José Frgelli é alimentada com suas águas, acrescidas das águas do ribeirão Areia.



A 1ª Caminhada da Natureza teve início com a sua travessia pela ponte que liga a cidade de Poxoréu ao antigo bairro dos Currais, atual Mochão Dourado, o primeiro destino dos “caminheiros”, que durou uma meia hora a passos...Saindo dos Currais, o passeio prosseguiu outra vez em direção ao rio Poxoréu. Ali ele é largo, com grande caudal.



A equipe organizadora amarrou uma corda para que os caminhantes atravessassem. Foi uma delícia. Além de se refrescar nas águas convidativas, os participantes faziam a festa, na ola da corda que insistia em ser levada pela correnteza.


Uma travessia tranquila, com uma visão espetacular do Morro do Mano ao fundo, para onde prosseguiu a marcha.

Nas terras do mano


A visão do Morro do Mano dominou a maior parte do percurso da 1ª Caminhada da Natureza, realizada em Poxoréu. Que linda construção divina. Um imenso maciço rochoso. De suas proximidades também avistamos o Morro da Mesa. Dali, a impressão que se tem é a de que, este colosso é maior do que aquele, embora saibamos que não é verdade.
















A paisagem parece aqueles quadros surreais que os nossos pintores tem produzido. Não parece real. Mas é real. E que beleza. A casa do Mano, proprietário das terras é uma casinha aconchegante ao sopé do grande morro. Que visão privilegiada a deles e que, durante essa primeira caminhada, pode ser compartilhada pelos aventureiros poxoreanos.














O Morro do Mano é uma paisagem que pode deixar de ser vista e apreciada por qualquer um que ama a Natureza. Ele é um presente do Criador. E, na verdade, não é somente um morro, mas sim uma sucessão deles. A fazenda está cercada de morros. Cada um mais belo do que o outro.

A visão de Poxoréu


A 1ª Caminhada da Natureza percorreu os morros e matas do entorno da cidade de Poxoréu. Mas, procurando manter o referencial, os caminhantes sempre estávam de olho por entre as árvores para tentar avistar a cidade.

A primeira visão foi feita após a saída do bairro Monchão Dourado, o antigo bairro dos Currais, no primeiro ponto de parada para tomar água e dar uma descansada, além de ouvir as instruções dos guias e organizadores. Dali, olhando através do vale do Rio do Poxoréu, avistava-se ao fundo a doce e amada cidade. Não era uma grande visão, mas era o suficiente para sentir a sua proteção. Como é bom estar à sombra aconchegante de Poxoréu.

A segunda visão foi feita já quase na chegada ao Córrego Boróro. Os participantes da aventura caminhavam pela trilha, seguindo as bandeirinhas e o barulho das águas próximas. Isso era um sinal de que estavam na direção certa. Mas de repente... Por entre os arbustos, ei-la que surge... Poxoréu, a torre da matriz e os telhados de algumas casas.

Já um pouco cansados da caminhada, a visão era um incentivo para continuar. Já estavam chegando ao final da jornada.

Como é bom chegar em Poxoréu, mesmo que se tenha apenas ido dar uma pequena volta por seus matos. A sensação é a de que faz tempo que a gente saiu e que agora estamos voltando para a nossa casa. E como é bom estar em nossa casa, em Poxoréu.

Final da Caminhada




A Equipe de Turismo de nossa cidade está de parabéns pela definição do roteiro da caminhada, bem como pela organização e realização do evento. Tiramos o chapéu para a Coordenação da Secretaria Theodomira Alves de Oliveira Lima, mas principalmente aos amantes da natureza que não perderam essa oportunidade turística local.

domingo, outubro 11, 2009

Rees visita a terra natal

Na foto: Pedro Pernambuco, João Batistão Barbosa, Izaias Resplandes, Esther, Peter Jr. e Peter Rees, Maria de Lourdes Resplandes e Maria do Socorro Feitosa Batistão
* Izaias Resplandes

Acompanhado de seu filho Peter Daniel Rees Júnior e da nora Esther Yamamoto Rees, o poxoreano Peter Daniel Rees, que atualmente reside no Rio de Janeiro, retornou a Poxoréu, sua cidade natal, para reabastecer as baterias, neste 11 de outubro de 2009.

Peter Rees nasceu aqui, em 1943, sendo filho do casal de missionários neotestamentários John e Margarida Rees, ele popularmente conhecido como João Reis, que foi o fundador da primeira Igreja Evangélica de Poxoréu, a Igreja Neotestamentária, posteriormente encampada pela Igreja Presbiteriana do Brasil. Esse missionário chegou à região na década de trinta e aqui viveu até 1949, tendo pregado o Evangelho nessa cidade, aos índios boróros de Jarudore e também em Rondonópolis, Distrito de Poxoréu, à época. O upenino Jurandir da Cruz Xavier conta que, quando menino, andou em companhia de seu João, em suas peregrinações pelo Município e fala muito bem do saudoso missionário, que, diga-se de passagem, seria merecedor de uma homenagem nessa cidade, pelo esforço aqui desenvolvido na propagação do evangelho de Cristo e no desenvolvimento da região.

Rees tem poucas lembranças de sua infância nesta cidade, mas não perdeu a sua ligação umbilical com ela. Bebeu de sua deliciosa água e voltou como determina a tradição. Está em processo de aposentadoria e colocou em seus planos a possibilidade de viver a velhice nessa terra que o viu nascer.

Após o almoço na casa da matriarca dos Resplandes, Dona Maria, onde deliciou um arroz branco, acompanhado de jiripoca ao molho, pequi e gueiroba (que eu, como filho da cozinheira posso dizer que é prato de primeira), nós levamos o carioca poxorense para um tour pela cidade.
Passeamos pelas ruas do Centro Histórico, que praticamente era a cidade de seu tempo, apesar de seu Pedro Pernambuco dizer que em 1949 a cidade já chegava à ponte do Areia.

Ali ele pode apreciar a arquitetura antiga das casas de sua cidade, várias delas ainda datadas de origem: 1958, 1961, 1962. Também esteve na Vila Santa Terezinha, ao Estádio Diamante Verde e ao sopé do majestoso Morro da Mesa (do qual disse se lembrar bem).

No Centro Histórico teve um encontro com o upenino Kautuzum Araújo Coutinho e com o casal João Batista de Araújo Barbosa (filho de seu Quidim – José Euclides Araújo Barbosa) e Maria do Socorro Feitosa (filha de seu Bionor Fernandes Feitosa).
Também visitou a Barragem da Usina, as obras da nova ponte sobre o Rio Poxoréu (na saída para os Currais) e o Balneário Lagoa (que, infelizmente, escondera o seu encanto na vazante; estava sem água). Por último foi ao Acampamento Rio dos Crentes, onde se banhou nas refrescantes e cristalinas águas do Rio Areia. Aliás, todos banhamos, porque com o calor que estava, não dava para resistir àquelas águas convidativas. E ali terminou o passeio.

Ao cair da tarde, os visitantes tiveram que voltar a Rondonópolis, pois o jovem Peter Rees Júnior tem trabalho no Banco do Brasil, na terça, em Campo Grande, MS. Aliás, me disse ele que até a bem pouco trabalhava sob a chefia do Antônio Nival, que também retornou a Poxoréu após se aposentar.

Então é isso. Peter Daniel Rees, filho de Poxoréu, testemunha viva dos primeiros anos dessa cidade voltou para ver sua terra e deseja voltar outras vezes, para reconhecer os caminhos percorridos por seu pai, de saudosa memória. Não se decepcionou com o que viu, principalmente com os atrativos naturais. De recordação, além das fotos, levou ao Rio de Janeiro um exemplar da Antologia Poética Upenina, onde há o meu “Recado de Poxoréo”, para ajudá-lo a não romper com suas ligações com esta “terra tão bairrista”, mas também “tão brilhante”, ao ponto de ser comparada pelo poeta e cantor Aurélio Miranda como “uma estrela caída do céu”.

Para fechar o relato, agradeço ao visitante ilustre, dizendo-lhe: A cidade é sua, Rees. Aqui você sempre será bem-vindo. Volte quando sentir saudades. Teremos grande prazer em desfrutar de sua companhia, de suas histórias, de seu entusiasmo e de sua alegria.

Siga em paz, ande pelos caminhos da luz e que Deus esteja contigo.

Um novo dia para ser feliz


Hoje é um novo dia para ser feliz. Sem amarguras, sem tristezas, sem pensamentos negativos, sem invejas, sem maldades...


Hoje é um dia para ser feliz de verdade. Com prazer, com satisfação, com alegrias, com pensamentos positivos, com admiração, com bondade...


Hoje é um novo dia para compreender, perdoar, oferecer, dar e amar.


Aproveite esse novo dia. Ele é único e não se repetirá. Deus esteja contigo. Vamos a Igreja hoje. Vai ser muito bom te encontrar por lá.


Abraços.

Feliz aniversário, Waldomiro!

Waldomiro Resplandes de Sousa

Feliz aniversário!
Renove as suas esperanças, fortaleça as suas convicções porque a sua vida recomeça hoje com uma nova intensidade. Quanto mais se vive, mais se dá valor à vida, este maravilhoso dom de Deus.
Felicidades!

Muitas felicidades!
Sábio é o homem que conta e valoriza os seus dias, porque apesar deles não voltarem mais, cada um que se agrega aumenta as potencialidades da felicidade, da realização profissional e do sucesso. Cada novo dia deve ser bem-vindo e recebido com festas, porque é um novo sol que nasce e que caracteriza uma nova esperança de tempos melhores no horizonte, onde o nascer, crescer, florescer e morrer, pode se eternizar no nascer, crescer, florescer e viver para sempre.
Deus esteja com você e que Jesus seja uma luz em sua vida.
Abraços da Família Resplandes


Feliz aniversário!