quarta-feira, maio 18, 2011

Já sou avô! Davi nasceu!



18 de maio de 2011. Hoje nasceu Davi Resplandes, meu primeiro neto. É um um lindo bebê. Grande! Forte! Moreninho como os pais Fernando e Mariana e também como o vovô. Graças a Deus por esse menino. Ele nos traz grandes alegrias. Há tempo que o esperávamos. A casa deste vovô cinquentão se renova com essa criança que Deus nos deu. Abençoados sejam ele e os seus pais; abençoados sejamos todos nós. Obrigado, Senhor! Obrigado pelo netinho que o Senhor nos deu! Que o Senhor conceda para ele uma vida longa e saudável; que o Senhor o guarde em suas mãos; que o proteja; que o instrua em sua sabedoria; que lhe dê muitas vitórias; que o mantenha em suas mãos; que lhe conceda a graça da salvação e da vida eterna; que o livre das tentações mundanas; que abençoe o seu crescimento para seja de acordo com a sua Palavra; que lhe inspire à obediência ao Senhor, aos seus pais, à sua Palavra e às autoridades da Igreja e do País. Conceda-lhe que seja humilde e que tenha prazer em andar nos caminho do Senhor.






Senhor meu Deus... Também agradeço ao Senhor por ter dado um parto feliz para Mariana, minha nora. E muita calma e paciência para meu filho Fernando. Abençoe essa família de Fernando, Mariana e Davi. Que eles vivam constantemente na força do primeiro amor com que se uniram; que sejam fortes e vitoriosos e que nunca deixem de viver um instante sequer sem a inspiração do amor.

domingo, maio 15, 2011

A luta pela sobrevivência

O mundo físico foi criado para atender ao homem em suas necessidades de habitação e alimentação. A narrativa bíblica diz em Gn 1:29-30 que toda erva que dê semente, toda árvore que dá fruto que dê semente, que todo animal, toda ave e todo réptil da terra foi uma dádiva de Deus para a alimentação do homem.
É de ver que na terra se incluem também as águas. Assim, tanto os vegetais quanto os animais da terra, das águas e do ar foram destinados para a alimentação do homem. Tal dádiva, no entanto, estava condicionada à conquista e ao domínio. Tudo seria do homem como um direito de conquista. O vencedor faz jus ao despojo.
Como se sabe, a terra está inserida no reino dos céus, no espaço sideral, na grande expansão. A terra não é o planeta Terra, mas sim, tudo o que não é firmamento. Os céus constituem o grande vazio. A terra é o conjunto das formas que ocupam os vazios celestiais.
Sujeitar e dominar a terra (Gn 1:28) é conquistar os céus. Isso não é tarefa para um dia, um século, um milênio. A conquista do reino dos céus é a tarefa da vida. Uma geração passa e outra vem. A luta da vida continua geração após geração, conforme as necessidades do momento.
No início do mundo, apenas o cultivo do Jardim do Éden era suficiente para a subsistência humana. Com o tempo, os campos deveriam ser ampliados naturalmente. A ordem divina não era para que o homem sujeitasse e dominasse apenas o jardim edênico. Ali era o começo de sua jornada, a qual, no decurso dos anos, haveria de se estender até os confins do universo, que ainda hoje parece não ter fim, indicando os limites temporais dessa batalha.
No princípio da criação, a vida do homem era mais fácil. Havia muita fartura e abundância. Isso não significava que essa “lavoura natural” não carecesse de cuidados. O Criador orientou ao homem sobre as necessidades da terra e das plantações (Gn 2:15). Posteriormente, a vida ficou mais difícil e o homem teve que trabalhar melhor a terra para retirar dela o seu sustento. E ao longo dos anos, tem sido necessário derramar cada vez mais suor no rosto para conseguir o alimento de cada dia, conforme os desígnios do Criador (Gn 3:17-19).
O reino dos céus está pronto para a conquista. Esta é uma luta renhida, cuja vitória requer muito esforço e dedicação (Mt 11:12; Lc 13:24). Nem todos conseguirão sobreviver. Muitos morrerão pelo caminho. Poucos dirão como Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4:7).
A alimentação é uma questão fundamental para a sobrevivência. Os homens se matam por comida, embora também se matem por outras coisas de somenos importância. O homem é um ser mau por natureza. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, em sua obra “O Leviatã”, ele é “o lobo do homem”. Devora-se e se destrói mutuamente, travando “uma guerra de todos contra todos”. Muito antes dele, porém, o próprio Deus decidira dar cabo de toda a criação, porque constatara que “a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gn 6:5). E por causa disso veio a destruição do mundo antigo pelas águas do dilúvio (2 Pe 3:5-6).
Jesus também afrmou que os homens são maus (Mt 7:11).
Por conta da maldade de cada um, que não pensa no bem do outro, a luta pela sobrevivência não é fácil. Muitos têm morrido nessa peleja, outros vivem em estado miserável, enquanto uma elite minoritária se esbalda em banquetes e prazeres.

sábado, maio 14, 2011

As duas partes do Universo

Um dia Deus determinou ao homem que crescesse e se multiplicasse. Então, a humanidade se resumia a duas pessoas. Mas o tempo passou e aqueles dois viraram dois mil, depois dois milhões e hoje, segundo a ONU – Organização das Nações Unidas, nós somos aproximadamente sete bilhões de seres humanos em todo o planeta. Crescemos muito, mas ainda não enchemos a terra e as águas nos mares (Gn 1:22, 28; 9:1). Além do mais é preciso esclarecer se “a terra” a que se refere estes textos e também o versículo 1:1 de Gênesis se é o Planeta Terra, ou se é uma terra em sentido mais amplo.
Os versículos 1:14-18 de Gênesis tratam da criação do sol, da lua e das estrelas. Segundo o versículo 1:17 deste texto, aqueles astros foram colocados na expansão denominada Céus, para iluminar a terra. Devemos considerar que todos os demais astros celestes, tais como os demais planetas, os satélites, os asteróides e as galáxias, ou estão incluídos na criação dos céus ou então na criação da terra.
É de ver que a narrativa bíblica faz um destaque para a criação do sol, da lua e das estrelas. Nada fala sobre os demais astros. Por outro lado diz que esses luminares foram colocados na expansão para iluminar a terra. Sabe-se hoje que somente na Galáxia Via Láctea, onde nós habitamos, existem entre 200 e 500 bilhões de estrelas. E a estimativa dos cientistas, através das imagens captadas pelo grande telescópio Hubble é de que temos de 80 a 120 bilhões de galáxias. Isso, por baixo, uma vez que esse telescópio, ainda que de longo alcance é também limitado e não pode atingir os confins do Universo. Nesse sentido, pode-se dizer que é praticamente impossível determinar a quantidade total de estrelas existentes no universo. E certamente, nem todas essas estrelas foram postas no firmamento para iluminar o planeta Terra. Desse modo, entendendo que não existem expressões na Bíblia desprovidas de sentido, senão que todas as palavras utilizadas contém uma mensagem para nós, cabe-nos imaginar que “a terra” mencionada no versículo 1:1 e 1:17 de Gênesis não se limita ao Planeta Terra, mas a tudo o que não seja Céus.
Os céus formam o firmamento, o espaço sideral, a expansão onde se encontra a terra e os luminares. Nesse sentido, nosso entendimento é que os atos de criação dos planetas, asteróides e outros astros iluminados não se incluem na criação dos céus, mas na criação da terra. A criação, conforme Gn 1:1, se divide em duas grandes unidades: os céus e a terra, o espaço e o físico. Desse modo, tudo que não é espaço é terra. Nesta unidade estão todos os planetas, incluindo o planeta Terra, bem como todos os demais astros, os quais são iluminados pelas estrelas e demais astros luminosos.