quinta-feira, abril 06, 2006

Vereador Osmar Resplande RESPONDE


Matéria divulgada pelo Vereador Osmar Resplandes à imprensa mato-grossense em 06/04/2006

O Jornal O CORREIO DE PRIMAVERA, publicou na data de 31 de março de 2006, segundo o “Sr. José de Lima”, a pedido do Vereador Jailton Costa Xavier (PP) uma reportagem com teor simplesmente absurdo, de profunda má fé e extremo mau gosto da tática política oposicionista, cujas informações fogem o princípio da física , da racionalidade e da coisa lógica. Segundo, João Batista de Oliveira (O Batistão), consta as mesmas informações veiculadas na grande rede com o seguinte teor “...conforme o Vereador Jailton Xavier, descobriu-se que na prestação de contas do “Muro da Vergonha”, além das 500 bolsas de cimento iniciais, incluíram mais 200 bolsas de cimento, 17.200 tijolos, 200 bolsas de cal para pintura, 200 bolsas de cal para massa, 08 carrinhos de mão, 51 Telha Eternit, 125 barras de ferro para construção, 20 enxadas, totalizando a quantia de R$: 25.000,00 gastos em um muro de menos de 50 metros...”

Equivoco! E provavelmente má fé! do vereador Jailton – que sabia que parte dessas aquisições foram adquiridas no governo atual de Antônio Rodrigues da Silva. Na verdade, as auditoras do Tribunal de Contas já apuraram os fato e não constataram NENHUMA IRREGULARIDADE, simplesmente porque os materiais informados não foram utilizados apenas no MURO DA SECRETARIA DE OBRAS, mas nas várias obras QUE MUDARAM A CARA DE POXORÉU, em menos de 40 dias de administração.
O próprio Secretário de Obras (Gilmar Alves de Lima) responsável pelo controle de Cimento naquele período, já esteve na Câmara e esclareceu a questão, segundo o qual, além dos serviços cotidianos da Prefeitura, o cimento foi utilizado nas seguintes obras:
1. Construção de um lavador Sec. de Obras 25 sacas
2. Construção de um Depósito (Cemitério) Alto Coité 25 sacas
3. Reforma – Ala dos idosos Alto Coité 17 sacas
4. Construção de calçadão – Canteiro Central J. das Américas 233 sacas
5. Construção de Meio fio e sarjeta V. Irantinópolis 103 sacas
6. Construção de Guarita e Muro Sec. de Obras 65 sacas
7. Reparos de Meio fios Vila Irantinópolis 06 sacas
8. Construção de Mureta de Concreto Ponte do Rio Areia 10 sacas
9. Reparos nas cabeceiras de manilhas
para captação de águas pluviais Na cidade 08 sacas
10. Construção de mureta de proteção
da quadra de esporte do C. Comunitário Vila Santa Maria 08 sacas

Total ................................. 500 sacas

As demais sacas de cimento foram utilizadas em outras obras como reparos de Reforma da quadra da Vila santa Maria, , reforma de escolas, construção de sala de aula, Conclusão do Refeitório da Escola Carlos Mariguela e da reforma da mesma escola etc. aliás, foram 38 OBRAS, ENTRE OBRAS E AÇÕES PONTUAIS E IMPORTANTES DO GOVERNO INTERINO DO VEREADOR OSMAR RESPLANDES, entregues ao povo de Poxoréu, uma a cada dia, isto sem contar os inúmeros atendimento significativos, com ações menores, que fizeram a diferença na vida dos cidadãos que procuraram a Prefeitura naquele período.
Frisa-se que, no muro em discussão, gastou apenas 65 SACAS DE CIMENTO, pouco mais de 10% da quantidade informada na reportagem, custando pouco menos de R$: 8.300,00 (oito mil e Trezentos) reais, não R$: 25.000,00 (vinte e cinco) mil, como foi, equivocadamente, noticiado.
É de considerar que as ENXADAS e os carrinhos mencionados, embora houvesse necessidade, não foram adquiridos naquele período, mas no governo do atual prefeito conforme atesta Nota Fiscal n.º. 001843 da Empresa Ofertão emitida em 07/03/05. De qualquer forma, também nesta nota, VEJA BEM, o histórico do empenho foi registrado equivocadamente, pois, infelizmente, continuaram os erros de digitação enfatizando que tais materiais foram adquiridos para a citada obra, já terminada no governo interino do Vereador Osmar Resplandes. No que se refere a aquisição de ferro, na verdade, no governo interino adquiriu-se apenas 40 barras, sendo as demais no governo de Antônio Rodrigues da Silva, como se pode observar pelas Notas Ficais e empenhos, emitidas nos meses de março e abril, em que não estava o denunciado – Prefeito de Poxoréu.

Na verdade, o único erro que se pode depreender desse emaranhado de informações, a princípio maldosas e COM ALVO CERTO é o registro contábil dos materiais, já corrigidos e explicados pelo chefe da Contabilidade Sr. Gerson Januário de Amorim (TC CRC 001823/0-6 MT) que em nota explicativa sobre a Nota de empenho n.º. 95/2005 de 11/01/05 no valor de R$:11.20,0 conforme Nota Fiscal n.º. 001830, da firma Ofertão – Indústria e Comércio de Materiais para Construção Ltda, diz
“. (..) refere-se a 500 bolsas de cimento e 10.000 tijolos de 08 furos (...) O valor confere integralmente com o relatório n.º. 11/05, emitido pelo secretário Gilmar Alves de Lima em 28/08/05 – TENDO SIDO OS MATERIAIS DESTINADOS A EXECUÇÃO DE VÁRIAS OBRAS E SERVIÇOS”.
E continua a nota:
“... RESSALTAMOS QUE HOUVE FALHA TÉCNICA NA EMISSÃO DA NOTA DE EMPENHO 95/2005 DO HISTÓRICO, em virtude de falha de comunicação entre a Secretaria de Obras e o Departamento de Execução Orçamentária” Poxoréu, 04/04/06. GERSON JANUÁRIO DE AMORIM (CONTADOR)
NÃO FOI APENAS ESTA NOTA DE EMPENHO ERRADA NA CONTABILIDADE, segundo o Contador a Nota Fiscal n.º. 001831, da mesma firma, emitida em 11/01/05 no valor de 1.700,00 (Hum Mil e Setecentos Reais) também não confere com o histórico do empenho. A nota refere-se a aquisição de 200 sacos de cal de 20Kg para massa e 200 sacos de cal de 50 Kg para pintura, cuja explicações do contador sobre fato transcrevemos:
“Ressaltamos que no histórico da Nota de Empenho n.º. 96/2005 emitida na mesma data da nota fiscal, foi colocada como cimento e tijolos para a construção de meio fio e muro da Secretaria de Obras, devido a erro de digitação, conforme comprova a realidade dos fatos” Poxoréu – MT, 04/04/06 (GERSON JANUÁRIO DE AMORIM).
Como o leitor deve ter percebido, no jornal nem na Internet, não apareceram as Manchetes!: CONTABILIDADE COMETE ERROS EM NOTA FISCAL! ou FOI EQUIVOCADO O REGISTRO CONTÁBIL DO MURO DA SECRETARIA DE OBRAS!, apesar de o vereador denunciante ter amplo conhecimento desses fatos. É impossível, para um administrador, ainda mais tendo o curto período de tempo que teve, controlar 100% a máquina pública, aliás, o próprio presidente da República, que tem a sua disposição um plantel técnicos especializados, carrega uma administração cheia de erro, e isto não faz dele um crápula, nem um governo de desmando ou de improbidade, apesar de a oposição, a exemplo do que acontece aqui, também tentar maculá-lo e caluniá-lo.
A tentativa de macular tem sido tão grosseira que na verdade, todo cimento adquirido naquele período, chegou a 620 sacas, e não 700 bolsas como veiculado na reportagem.
O Vereador Osmar Respalndes de Carvalho, em nenhum momento de sua trajetória política, deixou duvidosa sua postura ético/moral. Pautou sempre pela lisura, pela transparência, pelo compromisso, pela democracia e muito particularmente, pelo TRABALHO, sua identidade maior e não possui qualquer estereótipo que o rotule, pejorativamente, na opinião pública.

O Vereador Osmar Resplandes de Carvalho se notabilizou um PREFEITO DESENVOLVIMENTISTA E DEMOCRATA em sua breve passagem pelo Executivo. Em poucos dias demonstrou sua capacidade gerencial e suas habilidades políticas: Quase em todos os cantos do município deixou plantada uma obra ou uma ação, construindo e realizando-as segundo a vontade do povo, não por imposição ou projetos de gabinete executados pela vaidade política, mas pela necessidade, prioridade e pelo desejo da comunidade. Em 38 dias de governos, quase todos os segmentos sociais, através dos seus representantes, foram ouvidos e em face de suas sugestões, as ações aconteceram.
É CLARO QUE A FORMA DEMOCRÁTICA, EFICIENTE E EFICAZ COM QUE TRABALHOU O PREFEITO INTERINO INCOMODOU O VEREADOR. Aliás, o Ver. Osmar Resplandes, quando Prefeito Interino, recebeu em seu gabinete membros da oposição ao governo Antônio Rodrigues da Silva, exigindo que nada fizesse, ameaçando contestar judicialmente qualquer ação, com o nítido propósito de inibir, amedrontar, desestabilizar, supostamente em nome de um lema escuso e implícito da insígnia: “quanto pior, melhor”, afinal sabiam que o Vereador Osmar era um Líder Sério e que suas ações marcariam profundamente o cotidiano de Poxoréu, e que ele não seria uma liderança do caos, do desmando, muito menos da improbidade, da hipocrisia e do menosprezo para com a coisa pública.
O muro da vergonha, (assim alcunhado pela maldade) na verdade, foi uma obra do compromisso com o erário público, da proteção e do controle de material e principalmente da frota municipal. Além do mais, a guarita, passou ser o local privilegiado para a guarda municipal que, além de controlar entrada e saída de veículos ainda registra o controle de pessoas no ambiente.

DESAFIO: Na verdade, se o vereador JAILTON COSTA XAVIER tem tanta certeza do que fala, exija apuração dos fatos na Justiça, afinal, quem não deve não teme, e quando ela se pronunciar seja o vereador responsável o bastante, para retornar á opinião pública e se desculpar, mas não com discursos ou acovardamanto, mas com ação. Só assim, será possível, a opinião pública perceber um pouco de grandeza, nas denúncias infelizes que fizera.

2 comentários:

Fernando disse...

Não sabia que estava rolando esse bafafá todo aí. Mais é bom que o ex-prefeito, e menbro da camara, exclaressa o que aconteceu

Luiz Roberto Lins Almeida disse...

tenho que confessar, só gosto de política na teoria. Detesto a prática.