sexta-feira, janeiro 23, 2015

Bodas de Pérola - Lourdes e Izaias

E então, minha linda Maria de Lourdes, minha sempre namorada tão querida e eu completamos trinta anos de matrimônio. 
Tivemos nossas bodas de pérola na estrada, viajando de Primavera do Leste para a Fazenda da Mata, no município de Torixoréu, o lugar onde nasci.
Logo de manhã, uma parada na Cantina da Uva, na BR-070 para um delicioso café da manhã, com suco, frutas, coca e pão fresco.
O lugar foi bastante acolhedor, mas não pudemos desfrutar do entorno porque começou a chover.
Mariza, nossa filha e Davi, nosso neto viajavam conosco. Alguém precisava tirar as fotos e a companhia deles foi imensamente agradável.
Então deixamos a cantina e prosseguimos pela BR-070.
No local denominado "Paredão", nós fizemos uma parada em uma bela paisagem. Cenário rural. 
Essa porteira é a entrada de uma bela propriedade.
Avançando em nossa viagem chegamos em Barra do Garças, onde fizemos uma rápida visita ao tio Carlinhos, tia Suzana, Ygo e Nayala.
Visitamos também a tia Creuza, cunhada de minha mãe. Ali também encontramos o primo Valdir Resplandes e outros primos. Eles moram em Pontal do Araguaia.
Então partimos para Torixoréu. Passamos direto pela cidade. Nossa primeira parada foi no rio São Francisco. 
Um lindo lugar. Dali prosseguimos para a Fazenda da Mata, o lugar onde nasci.

A Fazenda, como nós chamamos é um dos lugares mais bonitos do mundo. Grande parte de meus familiares nasceu ali. Essa é a porteira de chegada. Davi desceu com tia Mariza para abri-la.
E então, eis a fazenda! Mal chegamos e pulamos na piscina para nos refrescarmos.
Chegamos. E aqui começou a nossa aventura na fazenda, a doce terra onde nasci. Esse foi o dia de minhas bodas de pérola.

São 30 anos de vida ao lado de Lourdes, a esmeralda mais preciosa que Goiás já produziu e me deu por esposa.

A vida ao seu lado tem sido uma experiência paradisíaca na Terra.

Obrigado, Senhor, por esse tesouro sem preço que me destes para enriquecer a minha vida.

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Davi em visita à Capital de Mato Grosso

Visita à Neo do Bosque da Saúde - Cuiabá

No dia18/01/2015 Davi fez sua primeira visita do ano a Cuiabá, a Capital de Mato Grosso. Fomos juntos. Estivemos com os irmãos da Neo do Bosque da Saúde, onde compartilhamos a Palavra na Escola Bíblica Dominical e em seguida, também da Mesa do Senhor.
Irmãos do Bosque da Saúde, Cuiabá, MT
No ensino da Palavra, compartilhamos o tema: "O valor da verdade como princípio moral do cristão", disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/mensagensreligiosas/4978954.
Davi Toledo, Israel, Felipe e Davi Resplandes
As crianças foram ensinadas nesta manhã pela irmão Euzilene e apresentaram o versículo que decoraram: Lucas 19:16 - "O filho do homem veio buscar e salvar que se havia perdido".
Izaias, Maria Resplandes, Mariza, Ricardo, Lourdes e Davi
A comitiva de viagem foi composta por minha mãe, Maria Resplandes, matriarca da Família, por Lourdes Resplandes (minha esposa), Mariza Resplandes (minha filha) e por Davi Resplandes (meu neto) e eu. Ficamos hospedados na residência de nosso filho Ricardo Resplandes, que nesse domingo compartilhou o almoço da mamãe.
Família Resplandes
Ontem, estivemos presentes no enlace matrimonial de nosso sobrinho Douglas Resplandes com a jovem Joyce. Cássia Arruda esteve conosco.
Izaias, tia Luzia, Maria Resplandes e Davi
No dia seguinte visitamos a tia Luzia, viúva do tio Manoel de Sousa Carrijo. Tia Luzia é filha do Cesário (esposo de Antonieta), filho de Maria do Nhô Chico (irmã de meu bisavô paterno Jerônimo Gregório de Sousa). Já o tio Manoel Carrijo é filho de meu bisavô materno João Bem (João de Sousa Carrijo), irmão de meu bisavô paterno Jerônimo Gregório de Sousa. Tio Manoel é irmão de minha avó materna Jorcelina de Sousa Carrijo.

Dona Eva. tia Luzia (viúva de tio Manoel Carrijjo), Maria Resplandes (bisavó de Davi), Vovó Lourdes e Vovô Izaias
Na chegada também encontramos com o Salvador e esposa. Ele também é filho do Cesário e irmão de tia Luzia.

Saindo de tia Luzia, passamos pela farmácia Drogazil, onde nos despedimos de Ricardo. 
Maria Resplandes e sua neta Mariza
Partimos para Chapada dos Guimarães. Fizemos uma rápida parada no Mirante, onde sempre digo que nós nos sentimos mais próximos de Deus, diante da vasta imensidão que se descortina aos nossos olhos.

Maria Resplandes e eu
De Chapada fomos a Primavera do Leste, onde participamos do culto com os irmãos dali. Os pregadores da noite foram o Elias e Diego, irmãos da Neo de Rondonópolis que também estavam em visita.

No dia seguinte, de manhã partimos para Barra do Garças.

sexta-feira, janeiro 16, 2015

Segunda temporada em Poxoréu

Capitão Davi está encerrando sua segunda temporada de férias em Poxoréu, no Reino dos Bororos Coroados, das históricas e lendárias pedras diamantíferas que encheram de brilho os olhos da ambição européia. 
Mata das Guarirobas, terra dos Bororos Coroados
O pequeno líder deixa profundas marcas em nossas lembranças, fazendo com que esses quinze dias passados aqui sejam inesquecíveis para nós e que, esperamos, também tenham sido para ele.
Tucano na Mata do Vô, onde também habita o terrível Crista Vermelha
A Mata do Vô não será a mesma até que ele volte para cá. As incursões que fizemos serão lembradas todas as vezes que perambularmos por entre seus arbustos e arvoredos. As montanhas, as ilhas, as ladeiras, as subidas e decidas... Tudo ficará diferente sem a presença de Capitão Davi.
No topo do Morro Pequeno. Segundo Davi, esse morro se chama pequeno, porque ele é pequeno.
Mas a vida continua... Ele é um líder muito querido por seu povo e sua presença também é reclamada em outros reinos e recantos encantados. 
Cachoeira da Torneira
Amanhã partiremos juntos com Capitão Davi para uma aventura pela histórica Chapada dos Guimarães. Ele já esteve por aquelas terras, mas não teve a oportunidade de explorá-las a contento, o que realmente é impossível por uma simples passagem. Nosso propósito nessa aventura é reforçar o conhecimento daquelas terras, dotadas de encantos tantos e incomparáveis, que nos fazem sentir mais próximos de Deus.
Morro Pequeno
E a velha, doce e amada Poxoréu ficará aguardando as próximas aventuras de Capitão Davi em seu território. Daqui não se ouvirá um adeus, Capitão!  Leve o abraço, o carinho e o amor de Vovô Bigodão, de tia Mila e Vovó Lourdes. Todos nós ficamos muito felizes em podermos compartilhar esses dias de aventura contigo.
Davi e Vovô
Até breve, Capitão Davi!




domingo, janeiro 11, 2015

O encontro com os primos Pedro e Luiz

Eles são filhos do casal Marluce e Honório, o irmão Neto, lá de Barão de Melgaço.

Neto e Marluce

Marluce é irmã de Mariana Nascimento Resplandes, a mãe de Capitão Davi Resplandes. Pedro é o mais velho. Segundo consta, Marluce não tinha filhos e desejava muito tê-los. Um dia ela foi ungida pelos irmãos, que oraram pedindo a Deus que concedesse a ela a graça de ter filhos. E Deus ouviu a oração da fé e ela ficou grávida do Pedro. E depois do Guilherme.


Nosso pequeno herói, que já está "quase adulto", como ele vive dizendo, ficou muito feliz com a chegada dos primos e tios em Poxoréu. Eles vieram participar de uma reunião de lideranças que aconteceu ontem, sábado, lá no Acampamento Rio dos Crentes, para definir as escalas de estudos, de serviços e as melhorias a serem realizadas na propriedade. Eles são professores. Estão em período de férias. Então, decidiram matar vários coelhos com uma só paulada: vieram para a reunião da igreja, trouxeram os filhos para estar com o Capitão, cooperaram no culto de estudo bíblico de ontem, sábado e ficaram conosco nesse domingo, 11 de janeiro de 2015, quando passamos o dia no Balneário Damasceno de águas termais.


O Capitão Davi apreciou por demais essa visita. Brincou o tanto que pode com os primos Pedro Henrique e Luiz Guilherme. Fez a farra, na verdadeira expressão da palavra. Brincou até dormir de cansaço.


A infância é um dos períodos mais importantes de nossas vidas. O ser criança não tem preço, não há dinheiro que pague. Mas estamos falando do ser criança de verdade e não do fato de se ter pouca idade. Há muitas pessoas que são crianças na idade, mas que levam uma vida muito sofrida, uma verdadeira vida de adulto. Por outro lado, há adultos já com idade avançada que ainda são crianças, que gostam de brincar e que apreciam estar com crianças. Vovô Bigodão é um desses.


Esse vovô Bigodão sou eu, Izaias Resplandes. É assim que Davi, meu neto, diz quem eu sou, quando lhe perguntam quem é seu avô. No começo ele tinha receio que eu fosse dar bronca e ficava cauteloso ao me chamar de Vovô Bigodão, mas hoje ele fala isso com naturalidade, já não vendo nenhuma estranheza na resposta. Nunca vi motivos para ficar bravo. Afinal, eu tenho mesmo um grande bigode. Sou, de fato um Bigodão. Quem sabe eu até incorpore esse apelido ao meu nome, como fez o ex-presidente do Brasil, Luís Inácio da Silva, que virou Luís Inácio Lula da Silva, ou como o ex-presidente José Ribamar, filho do Sarney, o qual ficou sendo o José do Sarney, no princípio e, depois, José Sarney, nome que o consagrou na Pátria Brasileira. Mas dizem que apelido só pega quando a pessoa acha ruim e começa a apelar quando é chamado pelo apelido. 

No meu caso, poucas pessoas me chamam de Vovô Bigodão.


sexta-feira, janeiro 09, 2015

A mata do Vô

Ela é uma extensa área de cobertura vegetal com milhares de centímetros quadrados. Está localizada no Reino dos Bororos Coroados, na cidade de Poxoréu, MT, na latitude 15º50'14" Sul e na longitude 54º23"21".


Quase não há mais índios bororos na região, embora, recentemente, um pequeno grupo dessa Nação Indígena tenha retornado para a Reserva de Jarudore, neste município, pleiteando reintegração na Justiça sobre aquela área, a qual há muito tempo foi sendo ocupada por fazendeiros criadores de gado.


Na Mata do Vô habitam diversas espécies animais. São aves das mais diversas cores, como tucanos, araras, periquitos, beija-flores, pardais, sabiás, rolinhas, bem-te-vis, pássaros pretos, pinhéus, corujas, entre outros. Também vivem ali sapos, pererecas, minhocas, cupins, formigas, cigarras, grilos e outros insetos, os quais são caçados pela tribo do Crista Vermelha, um galo muito bravo que comanda um pequeno grupo de galinhas.


Crista Vermelha defende suas galinhas a custo de bicadas. Ele não teme o tamanho das pessoas. Vovó Lourdes já tomou diversas carreiras dele. Se quiser ver sua braveza é só tentar pegar uma de suas galinhas. Ele vem em cima feito uma onça macho. Infelizmente, ele não consegue manter os gambás e mãos-peladas afastado de seu reino, os quais vivem atacando as galinhas e comendo os ovos, bem como muitos dos pintinhos.


Davi teve dois confrontos com ele. No primeiro, Crista Vermelha se afastou, fugindo da briga. Isso deu coragem para o Davi. Mas, no segundo encontro, Davi tentava pegar uma galinha bem mansa, quando Crista Vermelha surgiu disparado em alta velocidade em sua direção. Davi largou a galinha de mão e deu no pé. Ele é um menino muito inteligente e sabe quando é conveniente fazer uma retirada estratégica.


A Mata do Vô tem também uma grande variedade de plantas frutíferas e ornamentais, destacando-se três grandes mangueiras, onde sempre gostamos de subir para tirar fotos. Seus troncos são grossos e aconchegantes. A maior e mais antiga é um pé de manga bourbon. As mangas bourbonas são deliciosas, mas são muito perseguidas pelas moscas que estragam muitas dessas frutas. As outras duas mangueiras são um pé de manga comum e outra de manga coquinha.


Yes, nós também temos bananas. Banana prata, banana nanica e uma banana que foi geneticamente modificada e que parece uma mistura de nanica com prata. Nós ganhamos uma muda do professor Aparecido Magne e já comemos vários cachos dessa fruta. É uma banana deliciosa, mas de alta perecibilidade. Quando começa a madurar, ou se come logo, ou ela vai perder.


Desde 2013 nós também temos colhido cerejas, pitangas e jabuticabas na Mata do Vô. Vovó Lourdes, um dia fez um doce de pitanga que ficou uma delícia. E tia Dionízia gosta de fazer geleia de jabuticaba. Já as cerejas, eu gosto mesmo é de degustá-las frescas, colhidas na hora. Como foi farta a colheita de cerejas ano passado! Eu espalhei as sementes pela Mata e nasceram pés de cereja por todo lado. Se vingar, vamos ter abundância dessa fruta.


Ainda há duas tamarindeiras, um araçá-boi, um pé de curriola, outro de guapeva, um pé de banha-de-galinha, pés de maracujá, mamoeiros, limoeiros, ingás, none, cajueiros tantos, pequizeiros vários, marmelada preta (que chamamos de bosta de cachorro), mama-cadela, abacateiros, abacaxizeiros, as amoreiras, o jambeiro, dentre outras espécies.


Mas, dentre todas as plantas que se vê na Mata do Vô, as que mais se destacam são as palmeiras: as guarirobas, que chamamos de gueirobas ou guerobas, os acuris que chamamos de bacuris e também as pupunhas que já somem nas alturas do céu.

As  palmeiras já estão começando a dar cocos. E assim, nós vamos espalhando mudas delas por todo lado. Temos guarirobas de todos os tamanhos. O seu palmito é amargo, mas é muito apreciado pelos goianos e também por muitos mato-grossenses, principalmente aqueles que nasceram e viveram na divisa de Mato Grosso com Goiás, como nós, os Sousas. Nascemos e vivemos, muitos de nós, em Torixoréu, Barra do Garças e Alto Araguaia.


Outros aspectos geográficos da Mata do Vô são a Cachoeira da Torneira,os Buracos de Lama, a novíssima Montanha do Vulcão, recém descoberta e que tem sido a sensação dessas férias de janeiro de 2015 que Davi está passando em Poxoréu. Mas isso são outras aventuras e histórias para outros dias.


É de lembrar que Davi chegou em Poxoréu no dia 3 de janeiro de 2015. Durante a primeira semana do ano, passamos a Mata do Vô no pente fino, explorando cada palmo desse chão, descobrindo coisas novas e redescobrindo as coisas velhas de outras tantas emoções.

O Capitão está apreciando os passeios e as aventuras que temos planejado para cada dia de nossas férias.


Por hoje é isso. Amanhã, com certeza terá muito mais.

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