sexta-feira, janeiro 09, 2015

A mata do Vô

Ela é uma extensa área de cobertura vegetal com milhares de centímetros quadrados. Está localizada no Reino dos Bororos Coroados, na cidade de Poxoréu, MT, na latitude 15º50'14" Sul e na longitude 54º23"21".


Quase não há mais índios bororos na região, embora, recentemente, um pequeno grupo dessa Nação Indígena tenha retornado para a Reserva de Jarudore, neste município, pleiteando reintegração na Justiça sobre aquela área, a qual há muito tempo foi sendo ocupada por fazendeiros criadores de gado.


Na Mata do Vô habitam diversas espécies animais. São aves das mais diversas cores, como tucanos, araras, periquitos, beija-flores, pardais, sabiás, rolinhas, bem-te-vis, pássaros pretos, pinhéus, corujas, entre outros. Também vivem ali sapos, pererecas, minhocas, cupins, formigas, cigarras, grilos e outros insetos, os quais são caçados pela tribo do Crista Vermelha, um galo muito bravo que comanda um pequeno grupo de galinhas.


Crista Vermelha defende suas galinhas a custo de bicadas. Ele não teme o tamanho das pessoas. Vovó Lourdes já tomou diversas carreiras dele. Se quiser ver sua braveza é só tentar pegar uma de suas galinhas. Ele vem em cima feito uma onça macho. Infelizmente, ele não consegue manter os gambás e mãos-peladas afastado de seu reino, os quais vivem atacando as galinhas e comendo os ovos, bem como muitos dos pintinhos.


Davi teve dois confrontos com ele. No primeiro, Crista Vermelha se afastou, fugindo da briga. Isso deu coragem para o Davi. Mas, no segundo encontro, Davi tentava pegar uma galinha bem mansa, quando Crista Vermelha surgiu disparado em alta velocidade em sua direção. Davi largou a galinha de mão e deu no pé. Ele é um menino muito inteligente e sabe quando é conveniente fazer uma retirada estratégica.


A Mata do Vô tem também uma grande variedade de plantas frutíferas e ornamentais, destacando-se três grandes mangueiras, onde sempre gostamos de subir para tirar fotos. Seus troncos são grossos e aconchegantes. A maior e mais antiga é um pé de manga bourbon. As mangas bourbonas são deliciosas, mas são muito perseguidas pelas moscas que estragam muitas dessas frutas. As outras duas mangueiras são um pé de manga comum e outra de manga coquinha.


Yes, nós também temos bananas. Banana prata, banana nanica e uma banana que foi geneticamente modificada e que parece uma mistura de nanica com prata. Nós ganhamos uma muda do professor Aparecido Magne e já comemos vários cachos dessa fruta. É uma banana deliciosa, mas de alta perecibilidade. Quando começa a madurar, ou se come logo, ou ela vai perder.


Desde 2013 nós também temos colhido cerejas, pitangas e jabuticabas na Mata do Vô. Vovó Lourdes, um dia fez um doce de pitanga que ficou uma delícia. E tia Dionízia gosta de fazer geleia de jabuticaba. Já as cerejas, eu gosto mesmo é de degustá-las frescas, colhidas na hora. Como foi farta a colheita de cerejas ano passado! Eu espalhei as sementes pela Mata e nasceram pés de cereja por todo lado. Se vingar, vamos ter abundância dessa fruta.


Ainda há duas tamarindeiras, um araçá-boi, um pé de curriola, outro de guapeva, um pé de banha-de-galinha, pés de maracujá, mamoeiros, limoeiros, ingás, none, cajueiros tantos, pequizeiros vários, marmelada preta (que chamamos de bosta de cachorro), mama-cadela, abacateiros, abacaxizeiros, as amoreiras, o jambeiro, dentre outras espécies.


Mas, dentre todas as plantas que se vê na Mata do Vô, as que mais se destacam são as palmeiras: as guarirobas, que chamamos de gueirobas ou guerobas, os acuris que chamamos de bacuris e também as pupunhas que já somem nas alturas do céu.

As  palmeiras já estão começando a dar cocos. E assim, nós vamos espalhando mudas delas por todo lado. Temos guarirobas de todos os tamanhos. O seu palmito é amargo, mas é muito apreciado pelos goianos e também por muitos mato-grossenses, principalmente aqueles que nasceram e viveram na divisa de Mato Grosso com Goiás, como nós, os Sousas. Nascemos e vivemos, muitos de nós, em Torixoréu, Barra do Garças e Alto Araguaia.


Outros aspectos geográficos da Mata do Vô são a Cachoeira da Torneira,os Buracos de Lama, a novíssima Montanha do Vulcão, recém descoberta e que tem sido a sensação dessas férias de janeiro de 2015 que Davi está passando em Poxoréu. Mas isso são outras aventuras e histórias para outros dias.


É de lembrar que Davi chegou em Poxoréu no dia 3 de janeiro de 2015. Durante a primeira semana do ano, passamos a Mata do Vô no pente fino, explorando cada palmo desse chão, descobrindo coisas novas e redescobrindo as coisas velhas de outras tantas emoções.

O Capitão está apreciando os passeios e as aventuras que temos planejado para cada dia de nossas férias.


Por hoje é isso. Amanhã, com certeza terá muito mais.

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Capitão Davi Resplandes

As aventuras de Capitão Davi Resplandes

Davi Resplandes Nascimento, explorando a Mata das Guarirobas, que nós chamamos de Guerobas ou Gueirobas. É uma palmeira típica de Goiás, a qual tem um palmito amargo muito apreciado pelo paladar goiano e também de muitos mato-grossennses, principalmente dos que foram criados na divisa entre Mato Grosso e Goiás como nossa família Sousa, na região de Torixoréu, MT.

Eis que falo de meu neto. 
Eu nasci em 25 de maio de 1958, em um dia de domingo... Ele nasceu em 18 de maio, 54 anos depois, numa sexta-feira. Daqui há catorze anos ele atingirá a maioridade... Será absolutamente capaz, senhor de seus atos civis e criminais, segundo a legislação brasileira. Quiçá, até possa ser advogado dessas causas de nossa sociedade, a exemplo de seu avô, tia Mariza e alguns primos. Quem poderá dizer que não? Ou que sim? O futuro pertence a ele e já sendo construído pelas linhas curvas desses quatro primeiros anos de sua existência.
O homem sempre teve motivos para litigar, se desentender com seu semelhante e, dessa forma, tem assegurado a sobrevivência de uma das mais antigas profissões, a do doutor da lei, o advogado e suas derivações, tantas são as possibilidades para o bacharel em Direito.
Divagações à parte, o "Capitão" é o cabeça. A palavra é derivada do latim "caput".
Meu neto já é um cabeça das gerações de seu tempo. É criativo, desprendido, inteligente e muito perspicaz. Deitado ao meu lado, enquanto assistíamos um desenho do Tarzan, na televisão, ele me disse: "vovô, eu já estou quase adulto, não é mesmo!"
Disse-lhe: Quase, meu neto! Quase! E o vovô já é quase uma criança, completei. 
Mas nossa conversa sobre o "adulto" não parou ali. Falei para ele que não tivesse pressa de se tornar adulto e que aproveitasse bastante as oportunidades que ele têm e terá como criança. Mas ele insistiu em dizer: "eu quero ser adulto"!
Triste sina da descendência de meu pai. Quando estava com catorze anos, morando no setor Bela Vista, na Rua S-4 nº. 781, em Goiânia, estado de Goiás, também me sentia um adulto, embora gostasse de brincar com outros adolescentes de minha idade de "Salva Cadeia", "Bete", "Bolita", "Queimada" e outras brincadeiras daquele tempo, hoje substituídas pelos videos games e outros jogos eletrônicos. Naquela época, eu tinha grande satisfação em conversar com meu cunhado Osvaldo Gomes dos Santos, esposo de minha irmã Luzia de Freitas Coêlho, hoje divorciado dela.
Osvaldo era jornalista provisionado. Escreveu no Jornal 5 de março e em outros jornais daquela época. Eu o admirava bastante. Falava-lhe de minha vontade de escrever também. E então ele me dizia que eu tinha de ler e escrever bastante, porque uma coisa estava ligada à outra. E foi o que eu fiz ao longo dos anos que se passaram. Li e escrevi bastante. E ainda é o que eu mais gosto de fazer.
Fernando Resplandes, meu filho mais velho, pai de Davi, também foi uma criança adulta. Não porque eu o tenha privado de sua infância, mas sua conversa e suas atitudes eram as de uma pessoa adulta. Ele conversava com gente grande, como se fosse gente grande. Ainda me lembro de ouvir meu pai, o carreiro Marcelino Argemiro de Sousa, na sua fase final da vida, como comerciante, em Aparecida de Goiânia, estado de Goiás, a responder-me quando lhe perguntei como estava o meu menino, se não estava dando trabalho ou coisa assim. Fernando estava estudando em Goiânia. Então meu pai me disse com ênfase: "Menino! Fernando é um homem, meu filho!"
Toda vez que me recordo dessa frase de meu pai, eu me emociono. Mas o que ela vem provar, no contexto dessa digressão é que Davi teve de onde puxar, pois tanto o pai, quanto o avô foram adultos desde criança, mas nunca deixaram de ser crianças. É isso que também espero que aconteça com o Capitão Davi Resplandes.
Sei que Davi será um cabeça, um capitão que exercerá liderança em seu tempo. Disso não tenho dúvidas. E, sabendo disso, também quero deixar-lhe como legado, boas lembranças de seus tempos de criança, quando já demonstrava os sinais de ser um homem de comando e de luta, um guerreiro, um conquistador audaz dos novos tempos desse século XXI. Inclusive, me disse ele enquanto passava uma cordinha em volta da cabeça que quer ser um lutador.
Eis que inicio, dessa forma um tanto biográfica, o relato das aventuras de Capitão Davi Resplandes, meu primeiro e aventureiro neto.

Família Resplandes: Luiz Alberto Bascope e Mariza; Mariana Nascimento e Fernando; Lourdes, Davi e Izaias Resplandes

Feliz 2015

O ano de curvatura 2015
Lourdes e Izaias Resplandes
Nesse ano novo eu desafio todos os seres humanos a me dizer o que se esconde depois da próxima curva da vida de cada um de todos nós.E eis que já começou a nossa viagem pelo mundo das curvas deste novo ano de 2015. Aliás, vale dizer que ele tem o nome de novo, mas não há duvidas de que, em sua alma, traz a essência do velho dentro si. 

Luís Alberto e Mariza
Esse novo é tudo o que o velho foi, mas não é o velho, pois que a cada curva do tempo que passou, ele se aperfeiçoou e se fez novo.O novo olha para dentro de si e vê que o velho ainda está lá. E tinha que estar mesmo, pois ele é o começo, é a base em que o novo está se construindo a cada momento. Ele não pode perder seu DNA, senão morreria a cada segundo em que se torna velho e não saberia nada do que foi o velho que deixara de existir. É por isso que não existiu apenas o velho e nem o novo irá apenas existir tão somente. 

Izaias, Lourdes, Rosilene e Argemiro
O novo e o velho sempre foram, são e serão sempre um. Assim, quem vê o velho, vê o novo e quem vê o novo, vê também o velho.
Argemiro, Douglas, Tânia e Mariza
A verdade é que tudo é único. Um não é apenas o primeiro. Um é o tudo. A Terra, o mundo, o universo, a criação... Tudo e todos são apenas um. Existe apenas uma respiração, um sonho, um destino, uma existência...

Nesse momento eu estou escrevendo o destino, as páginas do destino... Do seu, do meu, do nosso... O destino é um só. Novo e velho tem apenas um destino: existir. 
Eu existo. Eu sou. Eu penso. Eu construo. Você também faz tudo isso. Nós fazemos tudo isso. Com a nossa voz nós falamos dele, com as nossas mãos nós escrevemos, e com tudo isso nós existimos.As nossas mãos conhecem por onde os nossos pés seguirão e onde deixarão seus passos, meus passos, nossos passos. Elas conhecem os segredos de cada curva do universo. Uns já foram e os outros também serão escritos por elas. Elas tocam, acariciam... São mãos! Mãos carinhosas e amorosas que pensam e que criam o que haverá depois de cada curva da estrada da vida. Na verdade, às vezes me pergunto se são elas que pensam, ou se são elas que são pensadas. Quem saberá o mistério das mãos!

Foram as mãos que inventaram as letras, de muitas formas, tamanhos, estilos. Com essas letras elas escrevem o destino, elas revelam os segredos e os mistérios mais profundos do universo.

O que se esconde atrás de cada pensamento de nossasAs curvas são melhores do que as retas, porque elas trazem as possibilidades do progresso, do inédito, da aventura, dos sonhos, das esperanças...

Nas curvas de meus sonhos eu viajo sem limites. Eu vou e volto ao fim do mundo, em um segundo. Foi lá, quando eu as percorria que descobri aquele mundo fantástico, tão parecido com a Terra que nos encantou e que temos descoberto em cada curva dos nossos dias que passaram. Lá também existe um mar azul. No dia em que você chegar lá, você verá o quanto é azul, o azul daquele mar. Você olha, olha, olha até onde a sua vista alcança. O mundo novo é lindo e tem muito azul para se ver.Espero que esteja tudo bem para você e que você goste do azul, porque ele é maravilhoso. É uma beleza! No mundo novo, o mar azul se confunde com o céu azul. Ele termina lá naquela curva em que o céu começa. E é lá que está a curva dos nossos sonhos.

O céu é a curva dos nossos sonhos.Você sabia que o que vem depois da curva que faz o limite entre o mar e o céu, não são três sementes de abóboras e nem é a ponta do dedo de um tolo? Ah! É lá naquela curva que começam os nossos sonhos e as nossas esperanças. É lá que começa o futuro. Até lá está o presente que eu vejo, mas depois de lá, vem o céu e o infinito que eu ainda não sei.

A partir da curva em que o mar termina e o céu começa,E então, o mundo de curvatura 2015 está cada vez mais curvo. E as retas que se traçam nele são formadas de curvas cada vez mais acentuadas. É desse modo que a nossa vida de cada dia vai se construindo na revelação que a curva da nossa existência vai fazendo a cada instante. Com nossa imaginação e nossos sonhos nós vamos alimentando a força criadora da curva de nossa vida e vamos deixando nossos rastros pelas praias do universo, em uma longa reta. Nossos rastros não se perdem nas curvas do passado.

Não há curvas no passado.
O passado é formado de retas. É verdade que elas são infinitas. Mas sempre que olhamos e até onde conseguimos ver o que nós já vivemos, o que nós vemos são retas. As curvas carregam mistérios. As retas revelam verdades já vividas, ou mentiras que pareciam verdades, até que a vida revelou que eram mentiras. As retas escrevem os relatórios das curvas, na medida em que elas vão deixando de se encurvarem e vão se alinhando com as retas já existentes, formando um universo de retas e existências paralelas, que até se avistam, que são vizinhas, que compactuam, mas que são identidades. Cada reta é uma existência revelada por uma curva de sonhos. E o universo se enche com essas curvas que se tornaram retas.

O ano novo sempre chega com o dia que ainda não chegou. O hoje não é um novo dia. Ele é a continuação do velho dia que a nova curva de ontem revelou. Mas ontem não é mais uma linha curva. É uma linha reta. A curva é uma linha reta que vai sendo escrita sobre a curvatura do universo. Cada palavra que eu escrevo vai revelando o segredo da curva, mas sempre haverá segredos e mistérios além da próxima curva.

A vida é curva.

A vida é o que está pela frente e que ainda não aconteceu para nós que estamos aquém da curva. A vida está além. O aquém é o agora, o já, o passado vivido. O agora é o rastro reto e visível da vida. Eu olho para trás e enquanto meus olhos me permitem ver, eu vejo os meus rastros, as minhas pegadas, as minhas ilusões, o que ficou e o que passou. Mas quando eu olho para frente, eu não vejo nada com os olhos do presente, porque eles somente veem por meio de retas. E o que está na frente é curvo. E a curvatura é contínua. O próximo segundo se esconde do atual. Uma virada se esconde da outra. Então, quando olho para frente eu vejo... Não vejo três sementes de abóbora... Como diria Walt Disney, da Disneylândia, “o mundo maravilhoso de cores”, eu vejo possibilidades!

Além da próxima curva, eu não vejo carros, nem motores, vejo que nós estamos viajando pelas asas da imaginação. Como é grande o poder de nossa imaginação! Em segundos, ela nos transporta para os confins do universo sem fim, mas de possibilidades infinitas. Ela nos ajuda a ver essas possibilidades ocultas em cada segundo da eterna curvatura.

Como diria Sócrates, “tudo que sei é que nada sei”. Somente nossa imaginação poderá nos dizer o que existe além da próxima curva! É lá que tudo o que for possível está nos aguardando para existir. Tudo, tudo mesmo! Tudo está lá. Basta ver, basta olhar, basta imaginar! Mas não queira ver com olhos retos; veja com olhos curvos. Os olhos retos só veem o velho, mas os curvos veem o invisível, o que está além dos limites dos olhos retos. Eles veem um mundo novo de possibilidades que brotam na terra fértil de nossa imaginação. Os olhos curvos de nossa existência eterna nos ajudarão na revelação e construção de um universo cada vez melhor para todos nós.

Então, que o novo ano seja bem curvo e que todos nós tenhamos nele grandes e felizes aventuras. Que Deus nos abençoe para que possamos fazer uma feliz virada a cada novo dia desse ano de curvatura 2015.

mãos? E o que será escrito na curva do destino? Sim, não seria na reta, mas na curva. O universo é reto, mas o destino é curvo. O universo é o presente existente. Já o destino é o futuro e pela sua curvatura vai materializando as possibilidades de nossa existência. Nisso reside a mágica da criação. Se a existência se revelasse por inteiro, em uma linha reta, ela não seria portadora do novo, porque não haveria novo. E seria enfadonha e sem graça. E ninguém iria gostar de existir. É por isso que o futuro não é reto. E também é por isso que falamos e existimos através das curvas, enquanto escrevemos as retas de nossa existência.

Eu sei que pode ter tudo o que eu quiser e conseguir imaginar. Lá eu já consigo visualizar os homens voando sem seus motores, se teletransportando na força de vontade de seus pensamentos. Eles vão e vem, como querem e na hora que querem. Ali eles já viajam para o passado, onde alguns corrigem seus erros, se apagam da existência, definem novas trajetórias, novos futuros e iniciam-se outra vez. A partir daquela curva, o que existe pode deixar de existir, pode nascer de novo, ou pode melhorar com a memória das retas do passado. Ali é o mundo das possibilidades, onde cada um se constrói e constrói o que sua imaginação for capaz.


domingo, outubro 05, 2014

O cristão, a cidadania e a política

O cristão, a cidadania e a política

Prof. Izaias Resplandes

Antes de tudo quero definir as três palavras chaves dessa mensagem, para que se tenha clareza daquilo que pretendemos apresentar.

Não há dúvidas que, desde os tempos da igreja neotestamentária do primeiro século, desde que os discípulos de Jesus foram chamados “cristãos”, na cidade síria de Antioquia, no Império Romano, ficou bem entendido que “cristão” é aquele que segue a Jesus (Cf. At 11:26). Leia mais em: http://www.recantodasletras.com.br/mensagens/4987936

sábado, setembro 27, 2014

As gerações de Bruna Moraes

As gerações da Bruna

Izaias Resplandes de Sousa


Família!!! Existe algo mais precioso do que as nossas famílias? Não, não existe!
A família foi uma dádiva de Deus para nós. Foi Ele instituiu a família, ao ver que não era bom o homem Adão que criara viver sozinho e por isso, de uma de suas costelas fez a mulher Eva.
Se pensarmos em Adão e Eva, somos todos descendência deles... Mas isso está muito longe... Então vamos simplificar as nossas raízes às gerações que deixaram como legado para nós, belíssimas imagens fotográficas.
Acredito que Jerônimo Gregório de Sousa é o nosso ancestral mais antigo que já foi fotografado. E sua imagem se sucederá nas milhares de gerações de seus descendentes.


A Brunna Moraes, filha de Luzirene Moraes e de João Bosco de Sousa, teve como avós paternos Belmiro e Maria Sousa (pais de seu pai João Bosco) e como avós maternos Niusa Moraes e Antônio Paes (pais de sua mãe Luzirene), teve como bisavós paternos Jerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Carolina de Rezende (pais de Belmiro, pai de João Bosco, seu pai), e José de Sousa e Sebastiana (pais de Maria Sousa, mãe de João Bosco, seu pai) e como bisavós maternos Josias Gomes e Inês Moraes (pais de Niusa, mãe de sua mãe Luzirene), teve como trisavós paternos Jerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Carolina de Rezende (pais de Balmiro, pai de João Bosco, seu pai), teve como trisavós maternos TUNICO SOUSA e Maria Cândida de Sousa (pais de Josias, pai de Niusa, mãe de Luzirene, sua mãe), teve como tetravós maternos Jerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Carolina de Rezende (pais de TUNICO SOUSA, pai de Josias, pai de Niusa, mãe de Luzirene, sua mãe) e José de Carvalho e Senhorinha da Encarnação (pais de Maria Cândida de Sousa, mãe de Josias, pai de Niusa, mãe de Luzirene, sua mãe)... Que mistura familiar interessante!


Assim querida prima Lu Moraes... Você não precisa misturar as gerações da Bruna, porque elas já estão bem misturadas. Veja o caso de Jerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Carolina de Rezende que são ao mesmo tempo seus bisavós paternos e seus bisavós maternos... E veja mais...
Jerônimo Sousa (tetravô materno e bisavô paterno de Bruna) é também irmão de José de Sousa, seu bisavô paterno, pai de Maria Carrijo de Sousa.
Caríssima SOUSA! Sinta orgulho de suas raízes, porque nosso povo sempre foi muito unido e é assim que deve continuar sendo.


Então é isso...
As gerações fotografadas de Bruna não passam da quinta geração, mas como ela não conheceu seu tetravô Jerônimo, porque quando ela nasceu, ele já estava desbravando os sertões celestiais, infelizmente seu registro fotográfico sem montagem, no máximo poderia chegar até a quinta geração (Bruna, Luzirene, Niusa, Josias e TUNICO SOUSA). Com montagem até a sexta-geração.


Mas a Bruna deve se orgulhar também de nós, porque graças a esse resgate fotográfico fantástico que estamos fazendo, seus filhos, netos, bisnetos, trinetos, tetranetos e outros tantos milhares de descendentes netos, poderão ter documentadas as suas raízes genealógicas até a geração de Jerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Carolina de Rezende, que são suas raízes fotografadas mais antigas de que se tem notícia.


Ao concluir quero registrar o quanto fiquei feliz com a sua proposta de resgatar as fotos das gerações, porque  graças a esse trabalho, poderemos assegurar que jamais teremos apagado de nossos memoriais e da história dos Sousas e dos tantos braços que abraçamos, o VALOROSO NOME DOS SOUSAS, as raízes que nos trouxeram ao mundo.
Publico esse trabalho, dedicando-o em especial a você, Lu Moraes, minha parente consaguínea em quinto grau e a sua filha, minha parente em sexto grau, parente em sétimo grau de meu filho Fernando Resplandes e em oitavo grau de meu neto Davi Resplandes.


Abraços Resplandescentes Marcelinikenses Tuniquensis!!! E vivam os Sousas “até o dia amanhecer!”. 

sábado, setembro 13, 2014

A responsabilidade social do cristão

Prof. Izaias Resplandes


"Hoje eu estou me sentindo sem importância!". "Cuide de sua vida!". Essas foram as duas frases que mais tiveram impacto sobre mim durante esta semana.  A primeira, eu ouvi de um aluno na escola onde trabalho. A segunda, li no feed de notícias de uma amiga muito especial, no facebook. Ambas atacaram diretamente a minha responsabilidade social e me fizeram lembrar que eu tenho um compromisso pessoal com Deus de estar cuidando de toda a sua criação, principalmente das pessoas mais próximas de mim. Essas frases também me fizeram lembrar da história de Caim, lá no começo do mundo, quando, por despeito matara seu irmão Abel, registrada em Gn 4:3-16.

domingo, setembro 07, 2014

Lou e Eu

Hoje um dia muito especial. Tivemos visitas aqui em casa, na igreja, fizemos vídeo-família, ouvimos músicas clássicas da mpb.
 Níltom César...
A namorada que sonhei. Gosto  dessa música.
 "Receba as flores que lhe dou! Em e cada , um beijo meu... Querida, mil vezes querida.... Deusa na terra nascida... 

A namorada que sonhei!"
Tem gente que não gosta. 


Eu sou apaixonado: por flores, música romântica e pelo meu tesouro maior nesta terra, a minha "esmeralda goiana" por quem em meu coração crepita em todos os dias, do amor a eterna chama. 
Lourdes, minha amada, essas flores do nosso aricá são lindas, as do bacuri, maravilhosas; mas a beleza delas diante da sua, fica ofuscada, porque você é a mais linda das flores, a mais preciosa das pedras, a minha mais querida entre as mulheres. 
Eu te amo! Que Deus te cubra de forças e de energia e de paciência e de muito amor para me aguentar, para que você e eu possamos juntos desfrutar de grandes e maravilhosos dias, até o dia em que nossa missão neste mundo terminar. Beijos!



Fazendo Discípulos para a Nova Terra

  Fazendo Discípulos para a Nova Terra Graça e paz aos meus irmãos e irmãs. Hoje, trago uma reflexão que nasceu não apenas da leit...